Universo em que Vivemos

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O conteúdo dos livros pode ou não ser imaginação de seu autor.


Tabela de conteúdo

Universo em que Vivemos

Astronomia é a ciência que estuda os astros, ou seja, a Terra e tudo aquilo que vemos no céu, como o Sol, a Lua, as Estrelas, os cometas, etc..

Alguns astros possuem luz própria. Por essa razão são chamados de astros luminosos. Outros recebem luz dos astros luminosos. Por isso são chamados de astros iluminados.

Os astros não estão fixos no universo. Eles executam diversos movimentos, dos quais destacam-se o movimento de rotação, em que o astro gira em torno de si mesmo, e o de translação, no qual o astro gira em torno de outro. A Terra, por exemplo, gasta um dia para executar o movimento de rotação e um ano para executar o movimento de translação em torno do Sol.

O conjunto de astros e o espaço existente entre eles formam o Universo. Os bruxos utilizam lunetas e telescópios para observar e estudar o Universo.


À noite, principalmente quando nos encontramos no campo, longe das luzes da cidade, podemos perceber que a luz emitida pelos inúmeros pontinhos luminosos que cobrem o céu é muito intensa.

Cada um desses pequenos pontos é um astro e pode estar emitindo luz própria, como é o caso do Sol, ou refletindo a luz de outro astro como é o caso da Lua.

Os astros que emitem luz própria são conhecidos por estrelas. Os que não possuem luz própria e a recebem de uma estrela são os planetas, os satélites e os cometas.


As estrelas

Durante o dia, praticamente o único astro que vemos no céu é o Sol. Mas, à noite, se não houver nuvens, podemos observar milhares de estrelas que piscam incessantemente. As estrelas, esses astros luminosos, encontram-se muito distantes da Terra.

O Sol é também uma estrela. Porém, por ser a mais próxima da Terra, é a que tem maior brilho. Durante o período em que o Sol é visível para nões, ou seja, durante o dia, sua luz é tão forte que ofusca as outras estrelas.

Existem bilhões de estrelas no Universo, porém vemos o brilho de alguns milhares, ou seja, as que se encontram mais próximas da Terra. As mais distantes só podem ser vistas com o auxílio de instrumentos. As estrelas têm brilho e tamanhos variáveis, mas geralmente as que brilham mais são as que se encontram mais próximas de nós. Depois do Sol, a estrela mais brilhante vista no céu do Hemisfério Sul é Sírius.

Vemos as estrelas com uma coloração azulada, mas elas apresentam cores que variam do vermelho (estrelas menos quentes), passando para o alaranjado, amarelo, branco e azul (mais quentes).

As estrelas vermelhas são as mais frias. Mesmo assim, sua temperatura atinge 3000ºC. A temperatura das alaranjadas, como é o caso do Sol, é de 6000ºC. As mais quentes são as estrelas brancas e azuis, cuja temperatura chega a atingir 25.000ºC.

As estrelas podem aparecer ou desaparecer de maneira surpreendente. Na verdade, as estrelas se parecem com seres vivos: elas nascem, crescem e morrem. Quando se formam pela condensação de gás e poeira do espaço são chamadas de Novas. Com o tempo, acabam explodindo, diminuindo de tamanho e apagando-se por completo.


As constelações

Constelação é um agrupamento de estrelas que vemos no céu. Apesar de parecerem juntas ou próximas, na realidade as estrelas de uma constelação se encontran separadas por distâncias muito grandes.

As constelações receberam nomes de acordo com as formas que apresentam. Algumas tiveram seu nome retirado de seres mitológicos, como Órion ou Centauro; outras receberam o nome de animais como Peixes, Escorpião, Leão e Baleia; a outras foram dados nomes de objetos. É o caso de Libra ou Aquário.


Zodíaco

Os primeiros observadores do céu descobriram que, vistos da Terra, o Sol e os planetas pareciam viajar ao longo de uma faixa circular no céu. Eles sinalizaram essa rota como se fosse uma estrada.

Os astrônomos dividiram as estrelas que ficam ao redor dessa faixa em 12 constelações. Juntas elas passaram a formar o Zodíaco, que quer dizer círculo de animais. Esse grupo de constelações foi chamdo assim porque a maioria delas tem forma der um bicho.

Áries

A constelação de Áries tem um desenho de um carneiro. É fácil achá-la porque tem três estrelas muito brilhantes, que formam um triângulo.

Touro

Esse grupo de estrelas forma a frente de um touro. A mais luminosa delas chama-se Aldebaran e marca o olho do bicho.

Gêmeos

Tem duas estrelas muito luminosas: Castor e Pollux. Dizem que elas protegem os marinheiros e os viajantes.

Câncer

Essa constelação forma um caranguejo. Apesar de ter estrelas pouco brilhantes, é nela que está o Presépio, um aglomerado de estrelas que pode ser visto a olho nu.

Leão

Esta brilhante constelação representa o leão que foi morto pelo herói grego Hércules na mitologia grega.

Virgem

É a maior constelação do Zodíaco. Na parte de cima, está o aglomerado de Virgem, que é um grupo de mais de 500 galáxias.

Libra

Também chamada de balança, foi a última constelação a entrar para o Zodíaco. Antes, as suas estrelas faziam parte da constelação de Escorpião.

Escorpião

Escorpião tem uma estrela vermelha muito brilhante, que é a Antares. Esta constelação representa o escorpião que vivia tentando matr o gigante Órion na mitologia grega.

Sagitário

Tem um desenho de um centauro, que é um ser metade homem e metade cavalo. Os antigos egípcios diziam que ele galopava pelo céu querendo flechar a constelação de Escorpião.

Capricórnio

Em forma de cabra, a constelação de Capricórnio é um dos mais belos grupos de estrelas do Zodíaco. Ela está situada entre as constelações de Peixes e Aquário.

Aquário

É preciso muita imaginação para ver o desenho dessa constelação no céu. Ela ganhou a forma de um homem ajoelhado derramando a água de um jarro.

Peixes

As estrelas da constelação de Peixes são tão fraquinhas que é mais fácil localizá-la procurando as suas vizinhas. Ela se encontra entre as constelações de Aquário e Áries.


Os buracos negros

Algumas vezes as estrelas param de produzir energia em seu interior e começam a diminuir rapidamente de tamanho, pela ação de sua própria gravidade.

Se a quantidade de matéria de uma dessas estrelas for muito grande, maior que cerca de três vezes a quantidade de matéria existente no Sol (que é milhares de vezes maior que a quantidade de matéria da Terra), ela diminui de tamanho de forma extremamente rápida.

Desse modo, ela se transforma num corpo muito pequeno, mas muito denso, ou seja, a matéria de que é constituída fica muito concentrada.

Em decorrência disso, sua força de gravidade torna-se extraordinariamente grande, impedindo até mesmo que a luz, que também sofre influência gravitacional, saia dele. Por isso, esse corpo é chamado de “buraco negro”.

Não está totalmente comprovado a existência de buracos negros, mas as observações já feitas levam os astrônomos a crer neles.


As galáxias

Galáxias são conjunto de astros, poeira celeste e gases. Existem bilhões de galáxias no Universo, cada uma delas formada por bilhões de estrelas. As galáxias giram em tordo de si mesmas e se afastam uma das outras, como se estivessem se expandindo.

A galáxia onde vivemos chama-se Via Láctea. Durante as noites límpidas, nos lugares onde o ar é pouco poluído, se olharmos numa direção mais ou menos acima das nossas cabeças, veremos uma faixa no céu, coalhada de estreladas. É a Via-Láctea.

A Via Láctea tem a forma de um suposto de disco voador, apresentando braços em forma de espiral. Entre a borda e o centro dessa galáxia está localizado um pontinho conhecido: O Sol.


O Sol

O Sol é uma estrela que, se comparada com as outras, pode ser considerada de tamanho médio. Localizado 150 bilhões de quilômetros da Terra, sua luz gasta pouco mais de 8 minutos para chegar até nós. O Sol é constituído de gás hidrogênio, que se encontra a uma temperatura muito elevada.


A Lua

A Lua é o satélite natural da Terra, isto é, um astro iluminado, que gira em torno do nosso planeta.

O luar que clareia nossas noites nada mais é do que a luz do Sol refletida pelo nosso satélite, como se este fosse um espelho.

O tempo de rotação da Lua é igual ao de Translação: 27 dias, 7 horas e 43 minutos. É por essa razão que a lua está sempre com a mesma face voltada para a Terra.

Como a Lua não tem atmosfera, ela fica sem proteção contra os meteoritos. Por isso, a superfície é cheia de crateras, abertas pelo impacto dos corpos celestes que aí caem.

Quando observamos a Lua, podemos ver áreas mais escuras e áreas mais claras. As áreas mais escuras correspondem a regiões planas, que refletem pouco a luz do Sol.

Até aproximadamente o século XVII, acreditava-se que essas regiões fossem oceanos. Por isso, receberam o nome de mares. Hoje, sabemos que não há água na Lua. No entanto, essas grande planícies continuam com sua antiga denominação: Mar das Tranqüilidade, mar das Crises etc.

As regiões mais claras correspondem tanto a crateras como montanhas enormes, algumas crateras têm apenas alguns metros de comprimento. Outras, no entanto, chegam a ter mais de 200 km de extensão.

É a atração que a Lua exerce sob a Terra que determina o fenômeno das marés, ou seja, a subida e descida do nível da água do mar.

Conforme se desloca em torno da Terra, a Lua apresenta diferentes aspectos quanto a iluminação e que são chamados de faces da Lua. São quatro as fases da Lua:

Quarto crescente (a lua tem a forma da letra C)

Lua cheia (a face visível aparece totalmente iluminada)

Quarto Minguante ( a lua tem forma da letra D)

Lua nova (a lua não aparece a noite)


Os eclipses

Eclipse é o escurecimento de um astro, planeta ou satélite, por causa da interposição de outro astro entre um deles e o Sol.

Podemos observar da Terra dois tipos de eclipse: o do Sol e o da Lua.

Ocorre eclipse do Sol quando a Lua passa entre a Terra e o Sol. Neste caso, a sombra da Lua é projetada sobre a Terra e o Sol. Neste caso, a sombra da Lua é projetada sobre a Terra. No eclipse da Lua, é a Terra que passa entre o Sol e a Lua, projetando nela sua sombra.


Asteróides ou planetóides

Asteróides são fragmentos de astros que giram em torno do Sol, principalmente entre as órbitas de Marte e Júpiter. Os maiores asteróides têm aproximadamente 800 km de diâmetro.

Os cientistas supõem que esses astros tenham se originado do esfacelamento de algum problema.


Os cometas

São astros formados por poeira de partículas sólidas, gases e gelo, que percorrem órbitas muito alongadas em torno do Sol.

Quando os cometas se aproximam do Sol, os materiais de que são compostos começam a se derreter, o que dá a origem a uma grande calda luminosa. A cauda nada mais é do que a reflexão da luz solar nas partículas que começam a se desprender do cometa. É por isso que os cometas só apresentam cauda quando se aproximam do Sol. No restante de seu percurso, nada mais são um núcleo sem brilho.


Meteoros e Meteoritos

Meteoro é todo fenômeno que ocorre na atmosfera, como a chuva, a neve, o granizo, o arco-íris, os meteoritos, etc.

Meteoritos são fragmentos de astros, às vezes de tamanho reduzido, às vezes de dimensões consideráveis. Ao entrarem na atmosfera terrestre, os meteoritos acabam se incendiando do atrito com o ar, formando um risco brilhante no céu. Os meteoritos são também chamados de estrelas cadentes.


As distâncias no Universo

Como as distâncias no Universo são muito grandes, os astrônomos não utilizam nem o metro nem o quilômetro como unidade de medida, pois os números seriam imensos. Foi por isso que os astrônomos criaram uma unidade par medir as distâncias no Universo: o Ano-Luz.

Um ano-luz corresponde a distância percorre durante um ano, no vácuo. Se considerarmos que no vácuo a luz percorre, em 1 segundo, a distância de 300 000 km, imagine a enorme distância percorrida por ela em 1 ano: 9 331 200 000 000 de quilômetros. Ou seja, nada menos que 9 trilhões de quilômetros.

Outra maneira de termos uma idéia das enormes distâncias no Universo é compararmos o tempo que a luz das estrelas leva para chegar até nós, aqui na Terra. Você já sabe que a luz do Sol leva 8 minutos para chegar até nosso planeta. Pois bem, depois do Sol a estrela mais próxima de nós é a Alfa-Centauro. E ela se encontra a 4 anos-luz da Terra. Isto significa que sua luz demora quatro anos para nos atingir. Se hoje essa estrela deixasse de existir, só daqui a quatro anos os astrônomos iriam perceber que sua luz deixou de brilhar no céu.


O Sistema Solar

As estrelas não estão fixas no céu. Elas também se movem. O Sol por exemplo, está em movimento e, ao se movimentar, carrega consigo todos os planetas, cometas, meteoritos e asteróides que, atraídos por ele, giram ao se redor.

O conjunto formado pelo Sol, e os astros que giram em torno dele formam o Sistema Solar. Vejamos quais são esses astros.

Planetas são astros iluminados que giram em torno do Sol, percorrem trajetórias chamadas de órbitas. Essas órbitas tem forma elíptica.

Quando observamos o céu à noite, podemos facilmente distinguir os planetas das estrelas. Enquanto as estrelas constantemente, os planetas têm uma luz fixa.

Satélites são astros também iluminados que giram em torno dos planetas. A Lua por exemplo, é o satélite da Terra.

Os planetas que se encontram no Sistema Solar são em número de nove: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão.


Planetas

Mercúrio

É um planeta com diâmetro cerca de três vezes menor que o da Terra. Está situado a 55 milhões de quilômetros do Sol. Seu movimento de rotação dura 59 dias e o de translação em torno do Sol é feito em 88 dias. Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol. Sua temperatura alcança 350° na face oposta do Sol e -170° na face que está na sombra. Mercúrio não possui satélite.

Vênus

É Também conhecido como estrela-d’alva. Costuma aparecer ao amanhecer ou a anoitecer, e assemelha-se a uma estrela de brilho intenso. Vênus é um pouco menor do que a Terra. Distante do Sol 108 quilômetros, executa seu movimento de rotação em 243 dias e o de Translação em 225 dias. Sua atmosfera é densa e rica em dióxido de carbono. O dióxido de carbono acumula o calor na superfície de Vênus, provocando um autêntico efeito estufa. Por isso, a temperatura desse plante chega a atingir cerca de 500°C. Da mesma forma que Mercúrio, Vênus não possui satélite.

Terra

È o planeta em que vivemos. Está a 150 quilômetros do Sol. Seu movimento de rotação dura aproximadamente 24 horas e o de Translação, cerca de 365 dias e 6 horas. Embora a Terra leve 365 dias e 6 horas para dar um volta em torno do Sol, nosso calendário tem somente 365 dias. Essas 6 horas são compensadas a cada quatro anos, pois a soma das horas não registradas em quatro anos da 24 horas, ou seja, um dia. Por isso, de quatro em quatro anos o mês de fevereiro tem um dia a mais (o dia 29) e o ano tem 366 dias, sendo chamado bissexto. A Terra possui um satélite: a Lua.

Marte

Por causa de sua coloração avermelhada, Marte é conhecido como planeta vermelho. Seu diâmetro é aproximadamente metade da Terra. Sua rotação dura pouco mais de 24 horas e sua translação é de 687 dias. Marte está a 228 milhões de quilômetros do Sol. Em comparação com outros planetas, seu clima é ameno mas com verões e invernos muito frios. Nos seus pólos são encontrados são encontrados calotas de gás carbônico (gelo seco). Os ventos são fortes, alcançando 200 quilômetros por hora. Marte possui dois satélites: Fobos e Deimos.

Júpiter

É o maior planeta do sistema solar. Ele é aproximadamente 1300 vezes maior do que a Terra. Júpiter se encontra à 783 milhões quilômetros do Sol. Seu movimento de rotação dura nove horas, e 55 minutos; o movimento de translação 12 anos. Possui uma atmosfera rica em hidrogênio, com ventos de 500 quilômetros por hora. Júpiter possui 18 satélites. Calixto, o maior deles, é quase do tamanho de Marte. Satélites: Adrástea, Amalteia, Ananke, Calixto, Carme, Elara, Europa, Ganímedes, Himalia, Io, Leda, Lisitea, Metis, Pasifaé, Sinope, Tebe.

Saturno

Por causa de seus anéis, Saturno é o planeta que mais desperta a nossa atenção. É o segundo maior planeta do sistema solar. Está 1 427 000 000 de quilômetros do Sol. Seu movimento de rotação dura 10 horas e 15 minutos, e o de translação, 29 anos e 6 meses. Sua atmosfera também contém hidrogênio e sua temperatura chega a -150°C, com ventos de 1500 quilômetros por hora, que causam até relâmpagos. De todos os planetas do sistema solar, Saturno é o que possui o maior número de satélites: 18. Titã é o maior deles e também o maior satélite do sistema solar. Satélites: Atlas, Calixto, Dione, Encelado, Epimeteu, Febe, Helena, Hiperion, Jano, Japeto, Mimas, Pan, Pandora, Prometeu, Rea, Telesto, Tétis, Titan.

Urano

Recentemente descobriu-se que, assim como Saturno, Urano também possui anéis. Em tamanho, é o terceiro planeta do sistema solar. Urano leva 18 horas para dar uma volta ao redor de si e 84 anos para se transladar em torno do Sol. Encontra-se a 2 869 000 000 de quilômetros do Sol. Sua atmosfera é densa, contendo principalmente gás metano e hidrogênio. Sua temperatura é muito fria, chegando a atingir -200°C. Ao seu redor giram 16 satélites. Satélites: Ariel, Belinda, Caliban, Cordélia, Cressida, Desdemona, Julieta, Miranda, Oberon, Ofélia, Porcia, Puck, Rosalinda, Sycorax, Titânia, Umbriel

Netuno

É pouco menor que Urano e está a 4 495 000 000 de quilômetros do Sol. Seu tempo de rotação é de aproximadamente 18 horas e o de translação, de 165 anos. Possui atmosfera densa, com nuvens, gás hidrogênio e metano. A temperatura em sua atmosfera alcança -200°C. Satélites: Despina, Galateia, Larissa, Náiade, Nereida, Proteu, Talassa e Tritão

Plutão

É o segundo menor planeta do sistema solar e o mais afastado do Sol. Foi descoberto em 1930 através de uma foto. Plutão está aproximadamente 6 000 000 000 de quilômetros do Sol. Sua rotação dura cerca de 6 dias e sua translação, 248 anos, aproximadamente. Os astrônomos conhecem pouco a atmosfera desse planeta. Provavelmente ela contém metano, à temperatura de -250°C. Possui um satélite: Caronte.

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